Juliano de Oliveira Veterano |
# Enviado: 21/abr/05 14:59
Os Modos Gregorianos foram usados durante a Idade Média e o Renascentismo. Progressivamente, tornaram-se
nossas escalas maiores e menores. O número de modos varia de acordo com o período e visão dos teoristas,
mas no geral, oito modos gregorianos foram identificados.
Modos Gregorianos tinham um final, uma nota na qual a melodia terminava e na qual era baseada. Sua função
era similar à que tem a tônica em escalas maiores e menores. E também tinham uma dominante que era a nota
sobre a qual havia muita insistência durante a melodia.
Modos são dividos em duas categorias: autênticos e plagais. Cada modo plagal é associado com um autêntico.
Ambos tem as mesmas notas e o mesmo final. A diferença entre o modo autêntico e sua plagal relativa está na
natureza da nota dominante e na extensão.
Teóricos em Canto Gregoriano associam os números I, III, V e VII à modos autênticos. A relativa plagal aos
números II, IV, VI e VIII. Ou seja, a relação é I-II, III-IV...etc..
Alguns teóricos usam nomes gregos tais como Dórico, Frigio, Lídio e Mixolídio para se referir aos modos
autênticos I, III, V e VII respectivamente. E para os modos plagais, o prefixo hipo é adicionado ao nome da
relativa autêntica: modo II torna-se modo Hipodórico, IV o Hipofrigio..etc..
Esses modos foram esquecidos por vários séculos. Contudo, variações tem surgido e usados novamente
na música Clássica e também no Jazz.
Retirado de: http://www.clannad.hpg.ig.com.br/TeoriaMusical/teoria04_10.htm
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